quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Campari compra brasileira Sagatiba por US$ 26 milhões
A Campari também pagará um valor adicional equivalente a 7,5% das vendas anuais da Sagatiba --fundada pelo empresário Marcos de Moraes-- nos oitos anos subsequentes à conclusão da operação, conforme comunicado.
O negócio acontece depois que, na segunda-feira, o grupo japonês Kirin anunciou a aquisição do controle da cervejaria brasileira Schincariol por R$ 3,95 bilhões, dando ao grupo asiático uma base no crescente mercado brasileiro.
A compra da Sagatiba ocorreu depois que a Campari acertou no início do ano passado um acordo de distribuição da marca no Brasil e América do Sul, ampliando para cerca de 40 a base de países onde a cachaça é vendida no mundo. O acordo marcou a entrada do grupo italiano no mercado de cachaça, um dos mais fortes da indústria de bebidas do Brasil.
Representantes da Sagatiba não puderam ser contatados imediatamente para comentar o assunto.
A companhia italiana, que detém as marcas de vodca Skyy e de uísque Glen Grant, além de mais de 40 outros rótulos, havia afirmado em novembro que tinha munição suficiente para superar sua maior aquisição até então, a da marca de uísque Wild Turkey em 2009, por US$ 575 milhões.
A Campari registrou lucro líquido de 75,3 milhões de euros (US$ 107 milhões) no primeiro semestre, 8,7% superior ao visto um ano antes. Já as vendas no período cresceram para 589 milhões de euros.
(Por Antonella Ciancio, reportagem adicional de Alberto Alerigi Jr. em São Paulo)
Fonte: Uol
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Curiosidades do consumo de cerveja no Brasil
ml, que representam 66% das vendas no país. Depois vêm as latas, que
ficam com 27% do mercado, na sequencia, temos o chope com apenas 3% e
as garrafas "long neck" também com apenas 3%.
Eu particularmente não acreditava que o chope representasse apenas 3%
do mercado, imaginava que tivessem uma participação um pouco maior.
As "long necks", também tem baixíssima participação no mercado, o que
era de se imaginar, pois ao meu ver, são consumidas mais em baladas e
postos de gasolina, e alguns restaurantes.
As garrafas tradicionais de 600 mil reinam absolutas, e assim devem
continuar, pois são preferencia nos bares, e para realização de
festas, que sempre tem cerveja. As latinhas também tem boa
participação, tem bom consumo em mercados, para consumo residencial, e
em festas também.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Feira tem cerveja com fruta da Amazônia e de jabuticaba por até R$ 200
A feira é aberta ao público pela primeira vez e algumas cervejas podem ser degustadas.
Reunidas em São Paulo, 30 microcervejarias brasileiras se dizem otimistas com o setor de cervejas artesanais no país e apostam em um forte crescimento para os próximos anos.
A Amazon Beer, de Belém do Pará, por exemplo, investiu R$ 12 milhões este ano na construção de uma nova fábrica.
Especializada em fazer cervejas com frutas da Amazônia, a empresa tem agora capacidade para produzir 100 mil litros por mês e pretende crescer 35% no próximo ano com a entrada de seus produtos no mercado do Sudeste.
Na feira, a cervejaria chamou a atenção com a Bacuri Beer, aromatizada com bacuri, mas que ainda não é vendida em garrafa, apenas na forma de chope.
Outro destaque é a Vivre, da cervejaria Falke (Belo Horizonte), que é aromatizada com jabuticaba e custa cerca de R$ 200 a garrafa de 750 ml.
Para Cilene Saorin, presidente da Cobracem (Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte), o bom desempenho das cervejarias artesanais está relacionado ao crescimento do poder aquisitivo da população.
"Cada vez mais os brasileiros estão aprendendo a beber melhor", afirma Saorin.
Feira
A Brasil Brau 2011 (11ª Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja) foi aberta na terça-feira e vai até a quinta-feira (7), das 13h às 20h, no Transamerica Expo Center (zona sul de São Paulo).
É a primeira vez que o evento é aberto ao público. O ingresso custa R$ 30 e algumas cervejas podem ser degustadas. As doses são de 50 ml e 100 ml dependendo do tipo e custam R$ 3 cada uma.
Setor
Não há dados recentes sobre o mercado de cervejas no Brasil, entretanto, segundo reportagem da "Folha de S.Paulo", existem 180 empresas no segmento das microcervejarias, que movimentam quase R$ 2 bilhões.
Os números são do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja) e referem-se a 2009, quando o mercado nacional de cervejas movimentou R$ 30 bilhões.
Nesse mesmo ano, a população brasileira consumiu 10,9 bilhões de litros de cerveja, o que representa um crescimento de 33% em dez anos (em 2000, foram 8,2 bilhões de litros).
O consumo per capita em 2009 ficou em 57 litros, alta de 14% na comparação com 2000 (49 litros).
A forma mais comum de consumir cerveja no Brasil é em garrafas de 600 ml, e 66% das vendas foram dessa maneira. Depois vêm as latas (27%), o chope (3%) e as garrafas "long neck" (3%).
Considerando o consumo per capita de 2008 (quando cada brasileiro bebeu, em média, 55 litros), o Brasil ficou em 24º em um ranking feito com 29 países, empatado com Japão e Ucrânia.
Os brasileiros só bebem mais cerveja que argentinos (40 litros), franceses (36) e chineses (18). Os campeões mundiais são os tchecos com 160 litros, o que significa quase meio litro por dia.
Fonte: UolMaiores informações: http://www.brasilbrau.com.br/
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Destilando Vinho-Pisco - Primeira safra - 23-06-2011
O destilador é caseiro, e foi inteiramente montado por nós, em breve colocaremos aqui um post explicando como montar um destilador caseiro para você destilar o que tiver vontade.
O vídeo é longo, tem 38 minutos e mostra todo o processo, desde o acendimento do fogo, até o término da destilação, e termina com nós degustando o destilado que fizemos, pois aqui, a gente destila e bebe!
Esse foi nosso primeiro teste, onde ficamos muito satisfeitos com o resultado, o nosso Pisco ficou muito bom, suave, e muito gostoso para ser tomado puro mesmo, com ou sem gelo.
Link do video no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=46SOSO02OcA
Em breve colocaremos nosso segundo teste, feito com vinho branco, e com o destilador melhorado, efetuamos a troca da panela de pressão, pois percebemos que a que usávamos estava com vazamento, com isso, tivemos melhores resultados, e o processo de destilação melhorou.
Também já realizamos o terceiro teste, mas dessa vez, escolhemos a cerveja para fazer a destilação.
Aguardem, pois logo colocaremos os próximos vídeos.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Grants - Try a different angle
Esse blended de 8 anos, famoso por sua peculiar garrafa em formato triangular, que foi criada em 1957 por Hans Schleger, um refugiado da Alemanha nazista. O seu objetivo era criar uma garrafa singular e elegante, que refletisse a qualidade e a cor do whisky. E também fácil de manusear e de embalar.
O Grant's foi criado originalmente por William Grant em 1898, e após cinco gerações este blend está a cargo de Brian Kinsman, o Master Blender de Grant's.
Para produzir Grant's Family Reserve, Brian mistura com mestria cerca de 25 dos melhores whiskies escoceses de single malt e de grão. Na base deste blend está o amplamente reconhecido whisky de grão Girvan, também produzido pela Grant's. A destilação por vácuo a uma temperatura baixa origina um líquido destilado mais suave e delicado, posteriormente envelhecido em cascos de carvalho para se obter um paladar mais profundo, doce e ligeiramente frutado, que cria uma base ideal.
Agora, que já sabemos um pouco mais sobre o whisky, vamos a minha opinião. Considero o Grant's um óimo whisky, e uma das melhores opções dentro da categoria standard (8 anos), ficando atrás do Famous Grouse, mas na frente do badalado Johnnie Walker, e do Balllantine's. Possui ótimo custo-benefício, e seu preço regula com o dos concorrentes que acabei de citar. Além de ser facilmente encontrado aqui no Brasil, tanto em mercados, como adegas e até em alguns restaurantes e bares.
Considero uma ótima opção para ter em casa, para apreciar de vez em quando, e para servir aos grandes amigos. É um whisky que pode ser tomado puro, sem gelo, ou com gelo, o que acredito seja o ideal para ele.
Fica aqui mais uma dica, espero que gostem e provem esse excelente whisky.
sábado, 11 de junho de 2011
Acervo pessoal!
Para começar, alguns vinhos, com destaque para os chilenos Primus, Coyam e Novas, sendo o primeiro feito pela Veramonte, e os outros dois pela Emiliana, a partir de uvas organicas.
Aqui temos duas cachaças excelentes, a Vale Verde e a Germana, ótimas para serem tomadas puras ou para fazer drinks. Ao lado, duas as vodkas, a polonesa Sobieski e a russa Stolichnaya, que na minha opinião superam a famosa Absolut.
Nesta fotos temos o excelente Mistral Nobel, um pisco envelhecido. O famoso Malibu, um caribean rum with coconut, excelente para ser tomado puro bem gelado. E a clássica e tradicional Amarula.
Agora chegamos em uma das minhas bebidas preferidas, a famosa tequila, aqui temos a tradicional José Cuervo Especial, a tequila reposado da José Cuervo, muito consumida aqui no Brasil. Temos também a envelhecida José Cuervo Black, uma tequila muito boa, saborosa e de ótimo custo beneficio. E pra fechar a foto, a Sauza Hacienda, tequila reposado mais leve e suave, sendo boa para ser bebida de forma pura ou com gelo, da mesma forma que um bom whisly.
Aqui as tequilas 100% agave da minha coleção, a direita temos a belíssima Tres Generaciones, uma tequila anejo. E temos um trio de 1800, composto pela tequila silver a esqueda, pela tequila reposado a direita, e pela anejo ao meio. Para meu gosto pessoal, as tequilas 1800 são as melhores que já tomei até hoje.
Agora começamos a ver minha outra preferência, o essencial whisky, nessa foto temos o Old Parr, um blended whisky 12 anos excelente, um dos meus preferidos. No meio temos um Dimple de 15 anos, outro blended, que ainda não provei, e estou bastante curioso. E a direita, um fantástico Ballantine's de 17 anos, um blended de muito sabor que recomendo.
Aqui o irlandês Jameson, um whiskey mais suave, que agrada mais as mulheres que os tradicionais escoceses.
Chegamos a família Johnnie Walker, uma das mais conhecidas no Brasil e no mundo, da esquerda para a direita temos o Red Label, o blended de entrada da marca, que é o whisky mais vendido no mundo. Depois temos o Black Label, blended de 12 anos, muito popular por aqui, um bom whisky, mas que na minha opinião fica atrás de diversos outros 12 anos, como o Famous Grouse, Old Parr, Chivas, etc. Ao lado temos o Swing, um whisky muito peculiar, excelente, que possui uma garrafa diferente, feita para poder balançar e não cair. E para completar, do lado direito, o Green Label, um puro malte de 15 ano, com sabor excelente, tanto para ser tomado com ou sem gelo.
Seguimos para a próxima família, uma das minhas preferidas, como da pra perceber na foto, o Chivas. Na foto temos 5 garrafas de Chivas 12 anos, um dos meus 12 anos favoritos, acho que nem precisa dizer isso.
Aqui um dos meus xodós, o Chivas 18 anos, um blended fora do comum, sabor excelente.
Meus single malts. Aqui temos 3 garrafas que fazem parte da lista dos melhores que já tomei, sendo um Glenlivet de 18 anos a direita, de gosto bem forte, marcante, que fica excelente com gelo. Do lado esquerdo temos um The Macallan Select Oak, um single malt excelente, também de gosto forte, mas não tanto quanto o Glenlivet. É um whisky de muito sabor, e está entre os 5 melhores que já tomei até hoje. E no meio, um The Macallan Estate Reserve, que ainda não abri, e não tive oportunidade de experimentar, mas que tenho uma grande expectativa. É a garrafa mais cara do meu acervo.
E para finalizar, o melhor whisky que já tomei até hoje, ficando a frente do excelente Blue Label. Duas garrafas do fora de série Royal Salute, um blended de 21 anos, pertencente à Chivas Brothers. O whisky é sensacional, não tem palavras para descrever, é suave, saboroso, enfim, perfeito, e como disse, na minha opinião, o melhor que já tomei até hoje.
Famous Grouse - O melhor custo benefício
O Famous Grouse de 8 anos, na minha opinião é um dos whiskies com melhor custo benefício do mercado, ele custa em média 60 reais aqui no Brasil, mesma faixa de preço dos concorrentes, e é o melhor whisky 8 anos que já tomei, sem sombra de dúvida, muito superior à 2 pesos pesados aqui no Brasil, o Johnnie Walker Red Label e o Ballantines. Eu ainda vou mais além, e na minha opinião, considero o Famous Grouse 8 anos mais saboroso que o Johnnie Walker Black Label, que custa na faixa dos 100 reais. Ou seja, é um whisky muito saboroso, com gosto suave, e um bom valor, com 60 reais você leva pra casa um whisky que vai agradar qualquer amigo ou convidado. Em lojas duty free, o Famous pode ser adquirido por mais ou menos 15 dolares, preço fantástico para uma bebida com tanta qualidade.
Um dos "segredos" do Famous Grouse é usar na sua composição 2 dos single malts mais consagrados e premiados, que são o The Macallan e o Highland Park. O The Macallan é considerado o Rolls-Royce dos whiskyes, e possue uma qualidade e prestígio altíssimos.
Uma outra curiosidade, é que a rede de lojas do Pão de Açúcar estava vendendo o Famous Grouse com garantia de satisfação, ou seja, você comprava o whisky, e se não gostasse, o Pão de Açúcar lhe devolvia o dinheiro. Não sei dizer se a campanha era válida apenas nas lojas do Pão de Açúcar, ou se era em qualquer revendedor autorizado aqui no Brasil, mas vale a pena procurar e descobrir. Essa campanha é mais uma prova de que o whisky é realmente bom.
Fica aqui a minha dica, se nunca experimentou, experimente, você não irá se arrepender, e se já experimentou, acredito que concorda comigo.





